segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

EVENTO PARA OS DIRIGENTES DA RBTS


Realizamos no último dia 12 de dezembro um encontro especial
para os dirigentes que compõem nossa rede, na qualidade de
videoconferência, compartilhando nossa programação com a
ONG Parceiros Voluntários de Porto Alegre, RS.

Foi uma reunião interna direcionada para os dirigentes das 
instituições sociais civis que compõem a RBTS,
apresentando temas relevantes para o Terceiro Setor bem
como os principais resultados da iniciativa em 2013,
compartilhando-os com os colegas e parceiros do Curso
“Educando para a Transparência” em Porto Alegre.



Representantes da RBTS aguardam as instalações e preparativos
para a videoconferência, que foi realizada no The Barra Palace,
a convite do Dr. Paulo Manso Cabral, tendo iniciado às 9 h e
encerrada às 12 h.

 
Sr. José Augusto de Jesus foi nosso Mestre de
Cerimônias, abrindo a sessão e convidando os
seguintes palestrantes para a mesa: Dr. Augusto Riccio,
Sra. Célia Sacramento, representando o Conselho
Regional de Contabilidade, e Sr. Marcos Santana,
da FUNDAL – Fundação Antonio Almeida.


Abrindo a primeira parte da programação,
Dr. Augusto Riccio apresentou o tema: “Rede Baiana


do Terceiro Setor: Um convite para a Ação”. Realizou um
breve histórico sobre a Rede Baiana do Terceiro Setor,
criada após o Curso “Educando para a Transparência”
promovido pela ONG Parceiros Voluntários,
com o apoio do Conselho Regional de Contabilidade.

A Missão, Visão, Crenças e Valores da RBTS foram
abordados bem como as principais ações desenvolvidas
a partir da sua fundação em 13 de junho de 2013;
falou também das expectativas favoráveis em 2014
para todos do Terceiro Setor, e em especial, para aquelas
instituições ligadas à Rede.




Em seguida, a Sra. Célia Sacramento, Vice-Prefeita da
Cidade de Salvador, usou da palavra em nome do Conselho
Regional de Contabilidade, tendo enfatizado a importância da
Ética e Transparência para o crescimento e validação do

Terceiro Setor na Bahia e no Brasil. Enfatizou o papel preponderante dos contadores nas instituições para legitimar os procedimentos Financeiros, entre outras atividades. Elogiou a proposta da RBTS, Salientando em especial os valores apresentados por Dr. Augusto Riccio.



Sr. Marcos Santana da FUNDAL apresentou um relatório sucinto
Sobre o Novo Marco Regulatório que está sendo exigido pelo
Terceiro Setor, relatando as principais atividades junto ao
Governo brasileiro e inclusive comentando e distribuindo
A Carta Compromisso resultante da Audiência Pública realizada
Em Salvador no último 25 de novembro de 2013, uma iniciativa
das “Organizações da Sociedade Civil e a Democracia: por
novas relações com o Estado”.

APRESENTAÇÕES DOS PALESTRANTES 
DE PORTO ALEGRE

Foi uma enorme alegria ouvir a brilhante palestra proferida
pela Sra. Maria Elena Johannpeter, sobre
 “A Liderança voltada para a Sustentabilidade do Terceiro Setor;
em seguida, mais um momento de alegria e satisfação pela participação da querida Profa. Carmen Franco, 
indicando “As Estratégias de Atuação para o Terceiro Setor”.

Após um período de perguntas e respostas, 
tivemos um pequeno intervalo para o delicioso coffee-break
uma gentileza do ICON, Instituto do Conhecimento, 
o qual agradecemos nesse momento.

No segundo período da manhã, 
tivemos exposições por José Augusto de Jesus,
efetuando uma retrospectiva de programa da Parceiros 
Voluntários na Bahia, que culminou com a criação 
da Rede Baiana do Terceiro Setor. 

 Dr. Augusto Riccio prosseguiu tecendo comentários
 importantes sobre o “Trabalho em Rede”
 que propiciará um intercâmbio com outras
OSCs e compartilhamento de experiências e saberes.

Um novo Termo de Adesão foi apresentado
 aos participantes, a ser assinado por todas as instituições
 que fazem ou farão parte da RBTS.


Os participantes ouviram atentamente o relatório
semestral apresentado pelos Palestrantes, 
anotando os principais aspectos e perspectivas.



Dr. Paulo Manso Cabral, Diretor Presidente do ICON,
Instituto do Conhecimento, conversou com os
participantes da Rede compartilhando suas experiências
com o Terceiro Setor e sugerindo várias iniciativas e
ações a curto e médio prazo. Na oportunidade,
agradecemos todo seu apoio e entusiasmo, 
o que nos inspira e motiva. 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos a colaboração e participação da
ONG PARCEIROS VOLUNTÁRIOS
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE
ICON - INSTITUTO DO CONHECIMENTO
e todos aqueles que trabalharam para tornar esse evento possível.

Profa. Tania Belfort
p/RBTS

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

CONVITE PARA REUNIÃO ESPECIAL PARA DIRIGENTES

Prezados colegas de Rede,

Todos vocês que compõem nossa Rede Baiana do Terceiro Setor e/ou participaram do Curso Educando para a Transparência promovido pela ONG PARCEIROS VOLUNTÁRIOS, na qualidade de Dirigentes, estão convidados para o evento em epígrafe, a ser realizado no dia 12 de dezembro próximo, quinta-feira.

Informamos abaixo os principais dados do evento para que possa se agendar com antecedência e tranquilidade:

EVENTO:  PALESTRA e VÍDEO CONFERÊNCIA, interligados com a Parceiros Voluntários na cidade
                  de Porto Alegre, RGS.

LOCAL:    EDIF. BARRA THE PLACE - Rua Milton de Oliveira, no. 143; acesso pela Rua Afonso
                  Celso, na Graça.

HORÁRIO:  das 8:30 às 11:30 da manhã

TEMAS PRINCIPAIS:   A LIDERANÇA ESTRATÉGICA - DESAFIOS ATUAIS DOS DIRIGENTES
                                       DO TERCEIRO SETOR

                                       A CONTABILIDADE DO TERCEIRO SETOR

                                       O MARCO REGULATÓRIO DO TERCEIRO SETOR

                                       ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO TERCEIRO SETOR

MOMENTO ESPECIAL - A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA RBTS - COM ASSINATURA DO

                                       TERMO DE ADESÃO

OBS. IMPORTANTES:  Obs. Com as obras de revitalização do bairro da Barra (há modificação do sentido das vias/ruas), o acesso mais viável é vir pela avenida oceânica, sentido Barravento, Farol da Barra e virar à direita na rua Marquês de Caravelas ( hotel Monte Pascoal). Estando nesta rua, pegar à esquerda conforme o mapa na rua Afonso Celso.

ESTACIONAMENTO - A rua Afonso Celso está com uma Zona Azul de 2h (para aqueles que chegarem de carro). Em função do tempo do evento, o veículo deverá ficar estacionado mais que duas horas; portanto, convém manter o guardador do veículo devidamente informado.

PARA MAIORES DETALHES, ENTRE EM CONTATO CONOSCO NO SEGUINTE EMAIL:

redebaianadoterceirosetor@gmail.com      ou pelo Tel. 3347-1030 - a/c TANIA BELFORT







quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA - MARCO REGULATÓRIO DAS OSCs

Prezados Companheiros,

Compartilhamos na íntegra a súmula da Audiência Pública realizada no dia 25.11.2013, em Salvador, para sua informação.  Acompanhe o movimento.  Participe! Essa luta é importante para todas as organizações sociais civis do Brasil bem como para todas as que compõem o Terceiro Setor.

Audiência Pública reúne parlamentares e movimento social para debater Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

Foi realizado ontem, 25.11, em Salvador, a Audiência Pública promovida pela Abong, CESE e Cáritas, que discutiu “As Organizações da Sociedade Civil (OSC) e a Democracia: por novas relações com o Estado”. Em pauta, a necessidade de um Marco Regulatório para as OSCs e os projetos de lei em tramitação no Congresso. O evento foi realizado no auditório do Ministério Público do Trabalho da 5ª Região e contou com a participação de cerca de 200 pessoas, de diversos segmentos do movimento social da capital e interior, além de parlamentares baianos.

Na mesa de abertura, participaram José Carlos (Cáritas/Conselho de Segurança Alimentar-BA) e o promotor de Justiça Luiz Eugênio Miranda, representando o Procurador Geral do Ministério Público
do Estado. Quem deu início à audiência foi Renato Cunha (Gambá/Abong-BA). José Carlos destacou a importância do evento, como forma de debater a necessidade de um arcabouço legal para a segurança jurídica das OSCs, enquanto que o promotor Luiz Eugênio afirmou que não é do interesse do Ministério Público criminalizar os movimentos sociais, ainda que a grande mídia só dê visibilidade para casos de escândalos e crimes.

Damien Hazard (Vida Brasil/Abong), Eliana Rolemberg (CESE/CLAI), e Daniel Rech (UNICAFES/Plataforma das Organizações da Sociedade Civil), mediados por Isadora Salomão (ELO/Abong) e José Carlos Zanetti (CESE), deram continuidade à mesa principal da Audiência.
Damien iniciou as apresentações trazendo um histórico dos movimentos sociais no Brasil, o cenário atual e a relevância do setor para a democratização do país. Ele chamou a atenção para o processo de criminalização sofrida pelas organizações – “há um risco de consolidação de um ambiente hostil e desfavorável para a atuação das OSCs”.

Eliana deu seguimento, introduzindo as dificuldades e insegurança jurídica que afetam as organizações, devido a falta de um Marco Regulatório. Ela apresentou o processo de construção da Plataforma
das OSCs e lamentou a falta de diálogo e cumprimento dos acordos por parte do governo federal da presidenta Dilma. Já Daniel Rech trouxe o panorama atual dos projetos de lei que circulam no Legislativo federal, em especial o substitutivo ao PL 649/2011, apresentado pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e que se encontra em um estágio de tramitação mais avançado, podendo ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado a qualquer momento.

Daniel também criticou algumas propostas do Congresso, que acaba beneficiando as grandes organizações, em detrimento das de pequeno porte. Elementos como obrigatoriedade da contrapartida; prestações de contas complexas; exigência do patrimônio do gestor como garantia para a captação de recursos; e obrigatoriedade no cumprimento de metas e prazos independente do atraso na liberação dos recursos, foram alguns dos pontos apontados por Daniel que, segundo ele, não respeitam a realidade das organizações e prejudica as de pequeno e médio porte.

Após as apresentações da mesa, a fala foi aberta ao público, que contou com a participação dos parlamentares presentes e dos representantes do movimento social. Todos os deputados baianos da Assembléia Legislativa do Estado e da Câmara Federal, além dos dois Senadores e a Câmara de
Vereadores de Salvador foram convidados para a Audiência, já que um dos objetivos era sensibilizar e mobilizar os parlamentares para a discussão sobre o Marco. Compareceram os deputados federais
Zezéu Ribeiro (PT), Luiz Alberto (PT), Nelson Pelegrino (PT), além da assessoria de Afonso Florence (PT); os deputados estaduais Marcelino Galo (PT), Neusa Cadore (PT) e Carlos Brasileiro (PT); a senadora Lídice da Matta (PSB); e a Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Vera Lúcia Barbosa (Lucinha).

Os deputados Zezéu, Luiz Alberto e Pelegrino foram unânimes em suas falas ao criticar a atitude do governo federal de suspender todos os convênios com OSCs, por conta de escândalos de irregularidades cometidos por algumas entidades. Zezéu lamentou o critério adotado e ainda provocou “então, vamos suspender os contratos com todas as empreiteiras”. O deputado ainda salientou que o Governo precisa pôr em prática o diálogo com os movimentos sociais e não apenas criar documentos e pactos conceituais. Já Luiz Alberto trouxe a necessidade de discutir uma Reforma Política urgente – “podemos até reeleger a presidenta Dilma, mas ela continuará refém do Congresso conservador”, destacando as dificuldades que as pautas ligadas ao movimento social encontram ao se esbarrarem em um Legislativo sem compromisso com essa questão. Ele também destacou o intencional processo de criminalização dos movimentos sociais, com a conivência do
Congresso: “CPI das ONGs pode, mas CPI para investigar os órgãos de controle do Estado não pode”.

Pelegrino alertou o movimento social sobre a importância de “ir para dentro do Congresso”, pois, segundo ele, o parlamento só funciona sob pressão. O deputado também criticou os técnicos do Ministério Público e do Tribunal de Contas que muitas vocês trabalham desconhecendo a realidade do terceiro setor e sem dialogar com as organizações. Ele ainda se comprometeu em sugerir uma emenda no orçamento específica para o setor e a propor uma Comissão Especial para centralizar as discussões sobre o Marco Regulatório.

A deputada estadual Neusa Cadore, que ficou do início ao fim da Audiência, destacou a importância do movimento social, afirmando que o Poder Público não tem competência, nem capacidade para substituir os trabalhos desenvolvidos pelas OSCs. Já a assessoria do deputado Afonso Florence, representado por Matheus Cotrim, destacou que os governos continuam reféns do poder econômico, que têm o interesse de estigmatizar os movimentos sociais. Ele ainda propôs a criação de um GT baiano de parlamentares, para debater o Marco Regulatório.

Já a senadora Lídice da Matta sugeriu não deixar que o Marco seja votado agora, “às pressas, para não resultar em um projeto que piore a situação”. Ela apresentou algumas experiências internacionais, onde a relação das organizações da sociedade civil com os órgãos do Estado se dá de forma direta e conjunta, com pouca burocracia e muita eficiência.

Os representantes das organizações presentes também se posicionaram. Beto, do Movimento Popular de Rua, pontuou que diversos segmentos da sociedade estão em busca de seus respectivos marcos legais. Tânia Palma, oriunda de movimentos por moradia e atualmente Ouvidora da Defensoria Pública do Estado, afirmou que as pequenas organizações, sobretudo entidades-bairro, estão sendo perseguidas pela Prefeitura de Salvador, que as tratam como se fossem empresas.

Célia Regina, do Grupo de Jovens Liberdade Já, cobrou um maior poder de fala para os movimentos sociais na Audiência. Edmundo Kroeger, do CECUP, lembrou que o país precisa realizar não só uma
Reforma Política, mas também travar o debate pela democratização da comunicação.

Representando o Fórum Baiano de Economia Solidária, Débora Rodrigues, coordenadora da Vida Brasil, fez uma análise sobre a legislação atual, afirmando que as cooperativas são as que mais sofrem o processo de exclusão, devido à incompreensão sobre o papel social delas. De acordo com Débora, as leis atuais para as cooperativas atrapalham a formalização e o acesso a recursos. Ela ainda condenou a criminalização dos movimentos sociais: “somos tratados como bandidos até que se prove o contrário, e quando se
prova a mídia não divulga”.

A Audiência Pública terminou com a leitura de uma Carta Compromisso assinada por diversas entidades do movimento social, se posicionando sobre o Marco Regulatório das OSCs e cobrando uma resposta do governo federal e do Estado.

CARTA COMPROMISSO – AUDIÊNCIA PÚBLICA

As Organizações da Sociedade Civil e a Democracia:
Por novas relações com o Estado
(e os Projetos de Lei em tramitação no Congresso)

         Apesar de toda contribuição prestada à democracia e à sociedade em geral, grupos e organizações populares, atravessam um processo de criminalização política e de judicialização, promovido por setores da mídia, poderes institucionais e grandes grupos econômicos. Estes setores estão inconformados com os avanços sociais, ainda que tímidos experimentados pela população, com base em direitos previstos na Constituição de 88.

         Ao longo dos anos, a experiência dos movimentos sociais e de ONGs no Brasil tornou-se uma referência internacional, reconhecida mundialmente pelas articulações progressistas, contando com o olhar atento e solidário da cooperação internacional, que passou a valorizar novas relações Norte-Sul e Sul-Sul.

         Marcada desde sempre pela originalidade da imbricação da criatividade cultural com a ação política, essa experiência trouxe um grande aprendizado ao país. Ela fez tornar realidade, a partir da aglutinação das energias dos movimentos sociais, ONGs e partidos de esquerda, a grande festa democrática do Fórum Social Mundial, cujas primeiras edições, não por acaso, ocorreram na cidade de Porto Alegre, que trazia a novidade do Orçamento Participativo. Foi também através dela que as primeiras “administrações populares” municipais e estaduais - com a inversão de prioridades e protagonismo dos movimentos e grupos populares - passou a provocar mudanças estruturantes na economia e na vida das pessoas.
        
         A novidade dos atores sociais que surgiam como quilombolas e comunidades tradicionais, a luta pela visibilidade de grupos minoritários ou minorizados, como as mulheres, indígenas em áreas urbanas, pessoas com deficiência, fóruns em defesa das crianças e adolescentes, movimentos de luta pela terra, pela diversidade sexual, a luta contra a intolerância religiosa, a noção melhor elaborada sobre as implicações do que sejam direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais – todo este caudal de visões e direitos inquietaram e inquietam as elites e grupos conservadores.

         A estratégia central tem sido esta: a da criminalização dos movimentos sociais, que oscila entre imagens caricatas e apelativas, a exploração criminalizante nas redes sociais, no parlamento e no judiciário, cujos recursos e arcabouço redundam no que se passou a caracterizar como a “judicialização” da política, a exemplo das inúmeras ações contra o Movimento Sem Terra ou contra as populações indígenas, como acintosamente ocorreu contra os Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, e, no plano da política institucional, a Ação Penal 470, processo conhecido como “mensalão”.

         A ofensiva conservadora tem inibido o avanço de políticas anteriormente definidas e negociadas e, nesse sentido, é crucial o aprofundamento público deste debate, bem como as gestões para se buscar um novo Marco Regulatório que, ao mesmo tempo garantam o financiamento de políticas fundamentais de atendimento e que levem em conta a contribuição e o papel das organizações no controle social – o que só é factível com autonomia e visão crítica desses atores políticos.

         Só assim, continuaremos reinventando e radicalizando o processo democrático que é, ao mesmo tempo, uma prática e um objetivo. Esta discussão, infelizmente vem “patinando” quase pelo mesmo período dos 10 anos, porque, certamente, será um passo decisivo para transitar de boas práticas de governo para as de um desejado Estado Democrático de Direito.
        
         Recuperamos a imensa disposição das Organizações da Sociedade Civil em contribuir para a concretização de um Novo Marco Regulatório para suas relações com o Estado. Entretanto, salientamos a pouca evolução em relação às expectativas e demandas destas Organizações.

         Percebe-se a crescente “mercantilização” e submissão às “regras de mercado” e ao pragmatismo político quanto às questões de políticas públicas tradicionalmente assumidas pelo governo e pelas OSCs e identificamos o risco de continuidade da insegurança jurídica e institucional, do recrudescimento de condicionalidades excessivas e normas burocráticas que o próprio Estado é incapaz de cumprir, bem como a de criminalização e exclusão das Organizações da Sociedade Civil.
        
         Reconhecemos a importância e a necessidade de tratados e normas jurídicas que ajudam a orientar e organizar as relações sociais. Todavia, para isso, é fundamental que tais tratados e normas estejam umbilicalmente ligados à realidade concreta da vida cotidiana das pessoas, organizações e instituições.

         Urge a aprovação de um novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil que as permita continuar a prestar relevante serviço de inclusão social e de fortalecimento das potencialidades locais no desenvolvimento dos territórios, na superação das desigualdades e, consequentemente, de todas as formas de violência. 

         Por estas razões, nós aqui presentes nesta Audiência Pública - Parlamentares, Organizações da Sociedade Civil e Movimentos Sociais – assumimos, no que tange os Projetos de Lei e substitutivos em tramitação no Congresso Nacional, o compromisso e a defesa irrestrita dos pontos subscritos, especialmente no que se refere à necessidade de:
        
1. Um instrumento próprio para reger repasses de recursos públicos para OSCs que atuam em prol do interesse público (convênios seriam exclusivos para repasses entre entes federados).
2. Uma legislação que abranja todos os níveis de governo (federal, estadual e municipal).
3. Reconhecimento de que o repasse de recursos pode visar tanto a colaboração das OSCs com políticas públicas quanto o fomento à atividade autônoma das organizações visando o interesse público (projetos de inovação, desenvolvimento de tecnologias sociais, controle social, educação cidadã, participação social, etc).
4. Consideração das entidades voltadas à inclusão econômica de grupos vulneráveis (população em situação de pobreza, pessoas privadas de liberdade e seus familiares, pessoas com deficiência, etc) como aptas a firmar o termo de parceria (cooperativas de economia solidária).
5. Chamamento público obrigatório (com regras visando ampla publicização).
6. Exigência de que as OSCs que recebam recursos tenham no mínimo três anos de experiência na área (exceto no caso de projetos visando fomento de grupos populares, pequenas OSCs, ver próximo ponto).
7. Previsão de repasses para OSCs especializadas na gestão de pequenos projetos de fomento a organizações populares e comunitárias, envolvendo financiamento e assessoria no planejamento e prestação de contas. 
8. Previsão de projetos realizados em rede, por várias OSCs consorciadas.
9. Autorização de contratação de pessoal próprio da OSC envolvido nas atividades previstas no plano de trabalho, dentro de padrões de mercado, incluídas todas as obrigações trabalhistas, estabelecida a não subsidiariedade trabalhista do órgão público.
10. Proibição da exigência de contrapartida financeira (a contrapartida das OSC tem que ser sua existência e experiência).
11. Regras de prestação de contas compatíveis com o volume dos recursos envolvidos, com prazos para a apreciação das contas por parte da administração pública.
12. Sempre que possível (atividades com resultados previsíveis e identificáveis), orientar o controle e a prestação de contas pelos resultados e não pelos procedimentos.
13. Previsão da destinação dos bens adquiridos para a execução do projeto após sua conclusão.

14. Adoção de sistemas informatizados de controle adequado às OSC e às características dos projetos desenvolvidos por meio dos termos de fomento e colaboração.

Textos postados pela Profa. Tania Belfort
   REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA FEDERAL - sobre as OSCs

Comunicação
Notícias Urgentes

04.10.2013 - Audiência pública na Câmara Federal reforça a necessidade
do novo marco regulatório das OSCs

4 de Outubro de 2013

Uma audiência pública realizada na quinta-feira (3/10) na Comissão de Finanças e
Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, com a presença de representantes do
governo federal, debateu o Projeto de Lei Complementar nº 177/2012 e reforçou
a necessidade do estabelecimento do novo marco regulatório das Organizações da
Sociedade Civil (OSCs). O PLC, de autoria do deputado Esperidião Amin (PP-SC),
que estabelece normas para as parcerias firmadas entre órgãos públicos e as OSCs. A
audiência foi transmitida ao vivo pela TV Câmara e os áudios de cada contribuição já
estão disponíveis no site da Comissão.

Estiveram presentes o autor da proposta, os deputados João Magalhães (PMDB/
MG), Afonso Florence (PT-BA), Ricardo Berzoini (PT-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP),
além de representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR), da
Controladoria-Geral da União (CGU), do Ministério da Justiça (MJ), do Tribunal de
Contas da União (TCU), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e das organizações
da sociedade civil, em nome da Plataforma por um novo Marco Regulatório das
Organizações da Sociedade Civil.

O deputado Afonso Florence, autor da convocação da audiência pública, informou
a tramitação do PL 3.877/2004, que também trata do tema das parcerias com as
organizações da sociedade civil e salientou que a Câmara Federal pode “aproveitar
a oportunidade de discussão dos dois Projetos de Lei” para a construção da melhor
proposta. O PL 3.877/2004 teve origem na CPI das ONG´s. No Senado, está 
tramitando o Projeto de Lei nº 649/2011, que também trata do tema.

O secretário-executivo da Secretaria-Geral, Diogo de Sant’ana, apresentou os subsídios
gerados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto 7.568/2011, coordenado pela
SG/PR, e afirmou que “é muito importante que o projeto de lei que trate desse tema
contenha regras claras e adequadas para as fases de planejamento, seleção, execução,
monitoramento e avaliação e prestação de contas”.

Tanto o representante do Conselho Federal da OAB/DF, Aldemário Araújo Castro,
quanto a representante do MJ, Ana Carolina Vazzoler, ressaltaram a necessidade de
que o novo marco legal gere um ambiente favorável para a realização das parcerias.
O representante da Plataforma por um Novo Marco Regulatório das Organizações
da Sociedade Civil, Silvio Sant’Ana, chamou a atenção para o fato de que o cenário
atual tem restringido a criação e atuação pelas organizações da sociedade civil: 
“A inibição da atuação das organizações é extremamente perigosa para o Estado
Democrático de Direito. É preciso criar condições para que um cidadão que queira
contribuir para a causa pública, tenha condições de fazê-lo. É preciso estimular e 
não bloquear as iniciativas da cidadania”, diz ele.

Para o autor do PLP, deputado Espiridião Amim, “cada vez que ocorrem denúncias é
o todo que fica comprometido, por isso é importante que a legislação a ser editada seja
transparente, clara e o mais edificante possível”. Um dos pontos mais enfatizados pelo
deputado é de que a legislação seja de âmbito nacional, vinculando União, Estados e
municípios. Também mencionou que pretende incorporar ao processo todo o acúmulo
da Secretaria-Geral e da sociedade civil, buscando gerar com a iniciativa melhores
processos e resultados nas parcerias.

Ao final dos trabalhos, ficou clara a convergência e a urgência de um novo marco
regulatório nacional para reger a relação entre Estado e Organizações da Sociedade
Civil, além do reconhecimento que, para além de organizar melhor a relação e o
controle na aplicação dos recursos públicos, o sentido maior da iniciativa deve ser
de valorizar as organizações e movimentos sociais como bases fundamentais para a
democracia brasileira.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Rede Baiana do Terceiro Setor: SEJA BEM VINDO!


À equipe de redação do blog da Rede Baiana do Terceiro Setor

Parabéns pelo excelente trabalho realizado.

Abraços

Regina Santos Silva Tonini

terça-feira, 1 de outubro de 2013

COMEMORAÇÃO DO "DIA INTERNACIONAL DA PAZ"

Comemoramos no último dia 25 de Setembro o Dia Internacional da Paz, 
com destaque para um vídeo focalizando uma MENSAGEM DE ESPERANÇA 
para a humanidade e uma palestra pela Profa. TANIA BELFORT 
sobre o PROGRAMA DE CULTURA DA PAZ 
DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.


Vemos acima a BANDEIRA DA PAZ, idealizada pelo pintor russo NICHOLAS ROERICH, 
cuja mensagem é a realização da paz mundial após a humanidade
 ter conseguido unir as religiões, as ciências e as filosofias.


O representante do CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE, Sr. AISLÃ
 deu as boas vindas ao grupo de participantes da REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR, 
reunidos no salão de conferência.


A Profa. TANIA BELFORT explicou o foco principal da ONU especialmente para esse dia


tão especial que é a EDUCAÇÃO PARA A PAZ, conclamando a todos a participarem desse esforço.

   
Dr. JOVINIANO NETO, Presidente do Grupo TORTURA NUNCA MAIS
 expõe seus pontos de vista a respeito das mensagens
 contidas no vídeo exibido para diálogos posteriores.


Em seguida, tivemos a cerimônia da entrega dos PASSAPORTES DA PAZ.
O PASSAPORTE DA PAZ é uma iniciativa internacional agora trazida para o Brasil
pela INSTITUIÇÃO DE ÉTICA E VALORES HUMANOS ESTRELA DA PAZ.
Visa reconhecer seus portadores como EMBAIXADORES DA PAZ MUNDIAL.

SR. JOSÉ AUGUSTO, coordenador da ONG PARCEIROS VOLUNTÁRIOS na Bahia
entrega o PASSAPORTE DA PAZ para a SRA REGINA TONINI, 
presidente da ASSOCIAÇÃO ABRE ALAS, uma homenagem
aos seus esforços pela paz e entendimento entre os seres humanos. 

   
A PROFA. TANIA BELFORT entrega o PASSAPORTE DA PAZ
 para ROBERJANE RIBEIRO NASCIMENTO, da CAPDEVER -


 CENTRO AFRO DE PROMOÇÃO E DEFESA DA VIDA PADRE EZEQUIEL RAMIM.


A próxima homenageada for a colega LUCIA BARBOSA DE OLIVEIRA, do 
INSTITUTO SOCIAL DAS MEDIANEIRAS.  Representou-a neste ato solene a
companheira LUIZA MOTA DA SILVA, que esboça um lindo sorriso de satisfação
pelo seu trabalho reconhecido pelo PROJETO ESTRELA DA PAZ. 
     



Parabéns a LUIZ BASSUMA e AUGUSTO RICCIO, 
ambos contemplados nesta singela homenagem.


TANIA BELFORT com AUGUSTO RICCIO e DR. JOVINIANO NETO,
recebendo o Passaporte da Paz, posando para a posteridade.


TODOS LERAM EM VOZ ALTA OS COMPROMISSOS ASSUMIDOS 
RELATIVOS À MISSÃO DE FOMENTAR OS MOVIMENTOS E EVENTOS DE PAZ
 NA CIDADE DE SALVADOR, BENEFICIANDO DESTA FORMA


 TODO O PLANETA, EM UNÍSSONO COM NOSSOS COLEGAS INTERNACIONAIS.


FOTO HISTÓRICA COM A PRESENÇA DA SRA. BELANÍSIA RIBEIRO DOS SANTOS,
 SRA. LÍCIA MARIA MAIA BARBOSA, AMBAS DA ASAP-CAP (APOSENTADOS DO INSS), JUNTAMENTE COM LUIZ BASSUMA E AUGUSTO RICCIO DO CENTRO ESPÍRITA UNIÃO, AMOR E LUZ; ESTÃO ACOMPANHADOS DE TANIA BELFORT E MARIA JOSÉ RABELLO DE FREITAS DO PROJETO ESTRELA DA PAZ.  NA PARTE SUPERIOR, 
VEMOS JOSÉ AUGUSTO DA PARCEIROS VOLUNTÁRIOS E VALDIRENE MASCARENHAS DO GRUPO TORTURA NUNCA MAIS, TAMBÉM RECEPTORA DO PASSAPORTE DA PAZ.


A GRANDE SURPRESA DA NOITE FOI A MENSAGEM DA NOSSA QUERIDA
PARCEIRA MARIA ELENA JOHANNPETER,  PRESIDENTE DA
 ONG "PARCEIROS VOLUNTÁRIOS",  QUE SE DIRIGIU AO GRUPO BAIANO 
AGRADECENDO A HOMENAGEM CONFERIDA PELO PASSAPORTE DA PAZ, SALIENTANDO A IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA DE CULTURA DA PAZ DAS 
NAÇÕES UNIDAS.  DESTA FORMA SINGULAR, O TERCEIRO SETOR NA BAHIA ABRAÇA
ESTE COMPROMISSO EM PROL DA PAZ, SERVINDO DE EXEMPLO A TODOS QUE PARTICIPAM DA CATEGORIA.

OUTROS HOMENAGEADOS COM O PASSAPORTE DA PAZ:

IRACY LOPES DE SOUZA COIMBRA, DO LAR DA CRIANÇA
PADRE FERDINANDO CAPRINI, DA CAPDEVER
MABEL NOVAES, DA FUNDAÇÃO LAR HARMONIA
FREI ROGÉRIO SOARES, DO CENTRO COMUNITÁRIO DA PITUBA



"SEM COMPARTILHAMENTO, NÃO HAVERÁ JUSTIÇA,
SEM JUSTIÇA, NÃO HAVERÁ PAZ,
SEM PAZ, NÃO HAVERÁ FUTURO."

(CÚPULA DA TERRA - RIO + 20)


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

CONFLITO NA TERRA INDÍGENA TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA

EM NOME DA RBTS - REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR, QUEREMOS EXPRESSAR O SENTIMENTO COMUM DE SOLIDARIEDADE PARA COM OS ENVOLVIDOS NESSA QUESTÃO AGRÁRIA, UMA VEZ QUE SOMOS TODOS IRMÃOS BRASILEIROS; ASSIM SENDO, DESEJAMOS QUE AS SOLUÇÕES PACÍFICAS SEJAM RAPIDAMENTE NEGOCIADAS PARA EVITAR O TERRÍVEL SOFRIMENTO HUMANO PARA AS PARTES E PARA OS DEMAIS BRASILEIROS QUE ACOMPANHAM AFLITOS ESSA LAMENTÁVEL SITUAÇÃO.  QUE A PAZ E A JUSTIÇA SOCIAL PREVALEÇAM NOS NOSSOS CORAÇÕES.

                                                                             Salvador, 30 de agosto de 2013
                                                               
                                                                           

quarta-feira, 3 de julho de 2013

SEJA BEM VINDO!


Este é o blog da nova REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR, criada para fortalecer o TERCEIRO SETOR na BAHIA.  A Rede surgiu após a realização do Curso "EDUCANDO PARA A TRANSPARÊNCIA", uma iniciativa da ONG PARCEIROS VOLUNTÁRIOS, e patrocinado pela
PETROBRÁS S.A.. Conta também com o apoio do CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE na Bahia.

A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu no Auditório da APAE na Pituba e contou com a presença de vários dirigentes das entidades participantes, patrocinadores e apoiadores da iniciativa. Nesta oportunidade, a Presidente da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS, Sra. Maria Elena Pereira Johannpeter discursou parabenizando a equipe baiana pela conclusão do curso, pela intenção de preservar os princípios da ÉTICA e da TRANSPARÊNCIA na condução dos negócios, bem como implementar a prática do VOLUNTARIADO e da FRATERNIDADE, práticas que sustentam o bom andamento das instituições e fomentam as relações humanas corretas.

Pretendemos divulgar textos e informações de interesse para o Terceiro Setor, fomentar a amizade e a cooperação entre os que se dedicam às causas social, cultural e educacional da nossa sociedade, e esperamos que você, leitor, acompanhe nossos eventos e também participe ativamente daqueles que estarão abertos ao grande público e/ou voltados para tópicos do seu interesse.

Agradecemos sua atenção e participação.

REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR


COMPARTILHAMOS ALGUNS DOS NOSSOS MELHORES MOMENTOS DURANTE A CERIMÔNIA SOLENE NO DIA 13 DE JUNHO, DATA OFICIAL DA CRIAÇÃO DA RBTS:

INSTITUIÇÃO DE ÉTICA E VALORES HUMANOS ESTRELA DA PAZ 
foi selecionada para participar deste importante curso para a Bahia; 
a primeira etapa presencial encerrou-se no dia 13 de junho, 
com  a uma linda cerimônia realizada na sede da APAE-Pituba,
a qual incluiu a entrega dos certificados institucionais. 
Compartilhamos com vocês os momentos emocionantes desse evento:



O Curso foi desenvolvido em 4 etapas: a primeira presencial, a segunda semi-presencial,
a terceira abrangendo assessoria de especialistas, e a última constando de acompanhamento
por profissionais da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS. A Presidente da organização,
Sra. MARIA ELENA PEREIRA JOHANNPETER, esclareceu seu ponto de vista
afirmando que  "O êxito de uma ONG depende do seu grau de profissionalização
em todas as áreas, o que passa a ser uma ferramenta preciosa para
 sua sustentabilidade e perenidade."


A Sra. MARIA DO CARMO BRITO DE MORAIS, Presidente da APAE-Salvador, pronunciou 
um emocionante discurso salientando o valor da Ética, Transparência e Voluntariado, conclamando a todos para iniciativas que ajudem o próximo e melhorem o mundo; citou como exemplo, o programa da ONU conhecido como "OS OITO JEITOS DE MUDAR O MUNDO". 


O Presidente do CRCBA - CONSELHO REGIONAL DE CONTABILISTAS DA BAHIA, 
WELLINGTON DO CARMO CRUZ, reforçou sem empenho na qualidade de colaborador da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS; durante seu pronunciamento manifestou a intenção de continuar colaborando com essa importante iniciativa informando existir no quadro de contadores do CRC profissionais dedicados que se disponibilizam na qualidade de Voluntários para auxiliar as empresas do Terceiro Setor.


O Curso "EDUCANDO PARA A TRANSPARÊNCIA" foi explicado em detalhes
para o grande público pela simpática Gerente da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS,
CLÁUDIA REMIÃO FRANCIOSI,
que agradou a todos pela sua clareza, objetividade e simpatia.


A Sra. ZORAIDE SILVA, do MUSEU NACIONAL DE ENFERMAGEM, 
foi a oradora da turma, expressando de forma brilhante o pensamento e sentimentos 
dos participantes do curso, sendo muito ovacionada.  Parabéns!


Em seguida, ADRIANO JORGE CÂMERA FIGUEIRA, do ICON, 
 comunicou a decisão do grupo de organizações sociais civis 
de formar uma REDE COLABORATIVA visando fortalecer o Terceiro Setor na Bahia.


Sra. MARIA ELENA PEREIRA JOHANNPETER exprimiu de forma brilhante suas ideias e 
propostas para o Terceiro Setor, salientando a importância da gestão transparente e ética para a credibilidade junto aos demais setores; expressou também sua alegria e satisfação 
pelos bons resultados obtidos pelos participantes do curso em pauta.


O auditório da APAE- Pituba estava cheio, com os vários representantes 
e participantes do  Curso EDUCANDO PARA A TRANSPARÊNCIA.


No momento da entrega do Certificado de Conclusão do curso para a INSTITUIÇÃO DE ÉTICA E VALORES HUMANSO ESTRELA DA PAZ pela Sra. MARIA ELENA,
a Profa. MARIA JOSÉ RABELLO DE FREITAS usou da palavra e teceu importantes e
 essenciais comentários sobre o evento, considerando-o um "batismo de sal" 
indicativo dos novos tempos que estamos vivendo, 
muito benéfico para as organizações do Terceiro Setor; em seguida,
parabenizou a iniciativa da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS. 


HUMBERTO C. DE OLIVEIRA, consultor da PRAXIS, também usou da palavra
 para agradecer esta louvável iniciativa e entregar à Sra. MARIA ELENA JOHANNPETER,
em nome do grupo de participantes, uma lembrança da Bahia.


Eis a turma de excelentes profissionais da PRAXIS que estarão auxiliando as organizações
 participantes do curso no futuro próximo na qualidade de consultores.
No centro, o representante da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS na Bahia, 
JOSÉ AUGUSTO BRITO DE JESUS,
a quem agradecemos pelo empenho e competência na
 coordenação dos variados eventos e atividades do curso.


Duas presenças animadas e marcantes, autênticas representantes da Bahia,
foram homenageadas pelo Grupo e por MARIA ELENA:
 ELIANA CLARA MACIEL, da FUNDAL - FUNDAÇÃO ANTONIO ALMEIDA
e POTYRA TÊ TUPINAMBÁ, da organização conhecida como THYDEWÁ, de Ilhéus.


Os representantes do PROJETO ESTRELA DA PAZ assistiram atentos e 
emocionados todas as etapas do evento.


Foto do grupo de pessoas que receberam os Certificados em nome das suas
organizações, após os alegres momentos proporcionados pela baiana CLARA MACIEL.
Na extremidade esquerda, a querida professora CARMEN FRANCO; JOSÉ AUGUSTO,
o coordenador local no centro, com terno preto, e nos nossos corações 
o inesquecível professor JOSÉ ALFREDO NAHAS. Registramos neste momento nosso
sincero agradecimento a esses mestres de ética e transparência
que tanto nos inspiraram e contagiaram com seu idealismo e competência profissional.

     Abaixo vemos a simpática CLÁUDIA REMIÃO FRANCIOSI, 
 Gerente da PARCEIROS VOLUNTÁRIOS (1a. na esquerda), acompanhada da Profa. TANIA BELFORT do PROJETO ESTRELA DA PAZ, da escritora CLARA MACIEL, da FUNDAL, e da
Profa. MARIA JOSÉ RABELLO DE FREITAS, também da Diretoria do ESTRELA DA PAZ.

       
  


LÍDIA MARIA BRANDÃO TOUTAIN, da UFBA, muito elegante,
na companhia de MARIA JOSÉ, TANIA BELFORT e
CLARA MACIEL, que exibiu seu AXÉ até os momentos finais do evento.
Nos nossos corações, registramos a presença da colega
 REGINA SANTOS SILVA TONINI,  da organização ABRE-ALAS,
 que cativou a todos com sua doçura, transparência, verdade e puro amor;
 por motivo maior, ela esteve ausente nesse momento histórico.



CONSELHO DE CLARA MACIEL: 

"O meu conselho é estudar, é ler
é fazer do livro seu companheiro
Nele você encontra instrução e informação
entra na história e viaja o mundo inteiro
A leitura e o conhecimento libertam-nos da ignorância
Que é o mais grave e o mais severo cativeiro."

MENSAGEM DE MARIA JOSÉ RABELLO DE FREITAS:

Segundo Dzigar Kongtrul Rinpoche, 
"a Paz é nosso estado original" que nos impulsiona
para todas as direções, nos permitindo ser felizes 
e colocar nossas intenções nas ações..."

MENSAGEM DE TANIA BELFORT:

"Sem compartilhamento, não haverá justiça,
Sem justiça, não haverá paz,
Sem paz,  não haverá futuro.
(Cúpula da Terra - Rio + 20)

PRECE DO VEN. XIV DALAI LAMA, TENZIN GYATSO:

"Que eu me torne em todos os momentos,
agora e sempre,
um protetor para os desprotegidos
um guia para os que perderam o rumo,
um navio para os que têm rios a atravessar,
um santuário para os que estão em perigo,
uma lâmpada para os que não tem luz,
um refúgio para os que não tem abrigo
e um servidor para todos os necessitados."

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Essa é a chama que norteia o Terceiro Setor,
que alimenta nossos sonhos,
que fortifica nossa esperança,
e nos impulsiona para um mundo melhor.

PARABÉNS A TODOS OS QUE CONCLUÍRAM ESSE IMPORTANTE CURSO 
E QUE HOJE INICIAM UMA NOVA ETAPA PARA
O TERCEIRO SETOR NA BAHIA.  
QUE NOSSA REDE COLABORATIVA SEJA UM MARCO EXEMPLAR,
 BENEFICIANDO A TODOS OS QUE NOS RODEIAM.

ESSE É O DESEJO DA RBTS - REDE BAIANA DO TERCEIRO SETOR

CONTATE-NOS!   redebaianadoterceirosetor@gmail.com